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Era da Pureza Apostólica Elogio: "Eu sei as tuas obras, e o teu trabalho(...);" Apoc. 2:2. "...e pusestes à prova os que dizem ser apóstolos e o não são, e tu os achastes mentirosos." Apoc. 2:2. Reprovação: "...que deixastes a tua primeira caridade" Apoc. 2:4. É a época dos apóstolos, durante o século I. Foi um tempo de grande crescimento. O historiador Gibbons diz que os cristãos chegaram a ser nessa época uns 6 milhões. Os apóstolos deixaram bem claro, na Santa Bíblia, a doutrina pura de Cristo. Outro ponto positivo: eles aborreciam as obras dos nicolaítas. Os nicolaítas praticavam os pecados de Balaão(avareza, hipocrisia, idolatria e imoralidade). A doutrina de Balaão influenciou Israel a comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem prostituição. Alguns escritores cristãos no período pós-apostólico identificaram os nicolaítas com os gnósticos cristãos, que atribuíam idéias filosóficas à Bíblia. Numa só geração foi o evangelho levado a toda nação debaixo do Céu. Pouco a pouco, ocorreu, porém, uma mudança. A Igreja perdeu seu primeiro amor. Ela tornou-se egoísta e amante da comodidade. Foi acalentando o espírito de mundanismo. O inimigo lançou o seu fascínio sobre aqueles a quem Deus dera luz para um mundo em trevas. Era de Perseguição e Martírio Elogio: "Eu sei as tuas obras, e tribulação, e pobreza(mas tu és rico), ..." Apoc. 2:9. Na maioria dos casos, os que aceitavam o evangelho eram economicamente pobres e estavam em condição social desfavorável. Representa a igreja desde o ano 100 a 313. Foi o período de horrendas perseguições do Império Romano contra os cristãos que foram queimados vivos, decapitados, entregues às feras no circo romano, etc. Para esses fiéis mártires o Senhor não tem reprovação. "(...)tereis tribulação de dez dias." Apoc. 2:10. Uma atroz perseguição cumpriu essa predição. Iniciado por Dioclesiano(período de dez anos) em 303, os ataques aos cristãos continuaram até o cristianismo ser reconhecido como religião legal do Império pelo famoso Edito de Milão, promulgado por Constantino em 313. Era dos Compromissos[c/o Estado] Elogio: "...reténs o Meu nome, e não negastes a minha fé..." Apoc. 2:13. Reprovação: "...e tens lá os que seguem a doutrina de Balaão...os que seguem a doutrina dos nicolaítas...Portanto, arrepende-te..."Apoc. 2:14-16. Como Satanás não pôde destruir a igreja com as perseguições, tratou de corrompê-la e colocá-la em compromisso com o Estado, introduzindo na igreja pagãos não-convertidos e que conservaram parte de suas idéias. Esse paganismo na igreja foi tirando sua força espiritual. A "Espada do Espírito" torna-se espada de punição para os que rejeitam o amor de Cristo, deturpam a verdade e se opõem a Seu povo. (perseguição)(538- 1517): Era da Apostasia Elogio: "Eu conheço as tuas obras, e a tua caridade, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência..."Apoc. 2:19. Reprovação: "Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios" Apoc 2:20. Alguns cristãos foram leais a Cristo durante esse período. Em terras que ficavam além da jurisdição de Roma, existiram por muitos séculos corporações de cristãos que permaneceram quase inteiramente livres da corrupção papal. Os valdenses e os seguidores de Wycliffe e Huss estavam mais perto do cristianismo apostólico do que a maioria de seus contemporâneos. Tiatira significa "sacrifício de contrição" e adequadamente representa o período da história da Igreja em que a fé simples foi mudada por meio da apostasia, ou sacrificada, sendo substituída por obras e penitências. Jezabel, filha de um rei sidônio, adoradora de Baal, a qual introduziu idolatria e corrupção religiosa em Israel, é aqui o símbolo da apostasia e corrupção religiosa aberta. A Igreja se paganizara. "Estrela da Manhã", refere-se a Cristo(Apoc. 22:16), mas às vezes também é aplicada a Wicliffe, "a estrela da manhã da reforma". Era da Reforma Elogio: "Mas também tem em Sardo algumas pessoas que não se contaminaram seus vestidos..." Apoc. 3:4. Reprovação: "...Eu sei as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto." Apoc. 3:1. Sardes corresponde à igreja no século XVII e a primeira parte do século XVIII, quando a verdade bíblica começou a abrir caminho por meio da pregação dos reformadores. Apocalipse 3:2 profetiza a tragédia vivida pelas igrejas que, após a morte de seus fundadores deixaram morrer parte das verdades descobertas e pregadas pelos reformadores. Os que lideraram a Reforma eram homens de vigorosa consagração, mas seus seguidores, supondo que todas as batalhas já haviam sido ganhas, acomodaram-se em religião organizada. Estavam espiritualmente "mortos", e não tinham portanto, o poder interior do Espírito Santo para realizar as obras que Deus pudesse aceitar. Era do Reavivamento Elogio: "...tendo pouca força, guardastes a minha palavra, e não negastes o meu nome." Apoc. 3:8 Filadélfia quer dizer amor fraternal, representa a última parte do século XVIII e a primeira do século XIX, com o nascimento da expansão missionária e a organização das Sociedades Bíblicas. Começa a estudar-se Daniel e Apocalipse e surgem os maiores reavivamentos da História. A porta fechada e a porta aberta antitípicas. "Mostrou-se me então que os mandamentos de Deus e o testemunho de Jesus com referência à porta fechada não podiam ser separados, e que o tempo para os mandamentos de Deus brilharem em toda a sua importância, e para o povo de Deus ser provado sobre a verdade do sábado, seria quando a porta fosse aberta até que a mediação de Jesus no lugar santo do santuário terminou em 1844. Então Jesus se levantou e fechou a porta do lugar santo e abriu a porta que dá para o santíssimo, e passou para dentro do segundo véu, onde permanece agora junto da arca e onde agora chega a fé de Israel."Primeiros Escritos, pág. 42. A Era Presente Elogio: Não há. Repreensão: "... nem és frio nem quente... porque és morno, estou a ponto de vomitar-te da minha boca."Apoc. 3:15 e 16. Conselho: "Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo... e vestidos brancos...e que unjas os teus olhos com colírio..."Apoc. 3:18. "Eu repreendo e disciplino a todos quantos amo. Sê pois zeloso e arrepende-te."Apoc. 3:19. Apesar da triste condição de auto-suficiência, e miséria espiritual de Laudicéia, Deus continua a amá-la; não tolera seus erros, mas lhe dirige os conselhos mais comovedores e inclusive faz o mais terno oferecimento: entrar em comunhão íntima, se Lhe abrirmos o coração.[Apoc. 3:20]. por Apocalipse2000 |